sábado, 26 de julho de 2014

Atendimento personalizado: via e-mail, skype, telefone e WhatsApp.

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Atendo pessoas que ainda não conseguem ter um relacionamento duradouro, ainda não encontraram o parceiro de suas vidas.

Pessoas que estão num relacionamento conflituoso. Algumas me procuram já decididas pela separação e outras decididas a salvar seu relacionamento. Vejo pessoas desistindo da separação quando antes já estavam decididas por ela, e pessoas que optam por uma separação quando esta alternativa ainda não lhes parecia tão clara.

Pessoas que ainda estão ligadas ao sofrimento daquele momento ou ao ex-parceiro e por isso não conseguem levar a vida adiante.

Pessoas que querem reconquistar o (a) ex.

Para todos os casos, meus clientes compreendem que a vida vale a pena ser vivida em sua mais profunda intensidade. Que momentos simples e singelos são tão significativos quanto datas especiais, e que vale a pena investirmos nos nossos relacionamentos. Casais felizes fazem uma sociedade melhor.

Andreia Fargnoli: Especializada em relacionamentos.

Atendimentos  via e-mail, telefone e Skype e agora WhatsApp   para todos os países. 

Clientes de outros países: Transferências podem ser feitas por  Western Union.

Consulte valores

Contato através do 
e-mail:dicasderelacionamento@hotmail.com


Andreia Fargnoli


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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Mágoas

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Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de 
receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com 
seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, 
ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas 
com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se 
outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas 
vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento 
dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde 
totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Quando dói o coração, todo o corpo dói.

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Por que permitimos que as pessoas entrem assim tão dentro da gente a 

ponto de saírem carregando um pedaço de nós quando partem? Por que 

nos damos tanto, nos entregamos tanto, nos deixamos tanto em mãos 

não tão cuidadosas dos nossos sentimentos?
Deveríamos aprender a ficar na margem, olhando de longe a paisagem 

calma e nos satisfazer dessa visão, como quem se fascina com uma 

miragem. Mas não nos satisfaz olhar. Humanos que somos, precisamos 

absolutamente sentir, ao risco de nos afogar… e mergulhamos 

inteiramente.
E, vida afora, vamos mergulhando em promessas de amor eterno, 

felicidade infinita e mar de rosas. Não nos questionamos sobre 

probabilidades de perdas e decepções, pois só de pensar já é doloroso.
Dói… dói… dói e dói!… Mas isso não vai nos impedir de continuar, não vai 

nos impedir de viver. Pedaços de nós são ainda partes de nós e ninguém 

disse que precisamos chegar à velhice inteiros e sem marcas.
Isso é vida!!! Não desistir, manter-se de pé, doendo, mas de pé, cabeça 

erguida na direção do desconhecido e peito cheio de esperança que a 

próxima vez será diferente.
Grandes artistas obtiveram o melhor das suas obras nos grandes 

momentos de aflição e dor. Faça o mesmo: Mostre o que de grande há em 

você tirando partido das suas decepções!
Construa-se!!!
Tenha em mente que não é você que não foi digno daquele amor, mas 

aquele amor que não foi digno de você. E se faz parte da vida caminhar 

entre flores e espinhos, não se esquive do caminho.
Caminhe!!!
Amanhã talvez seja diferente. E talvez não. Mas entre as subidas e 

descidas, você vai ter sobrevivido. E vai ter, sobre tudo, vivido.
Letícia Thompson.  

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Você se julga uma pessoa paciente?

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Não tenha pressa de responder, mas ouça atentamente a historieta que vamos contar.
Um homem estava passando por uma séria dificuldade financeira.
Já há algum tempo andava desempregado e, devido a sua idade, estava sendo muito 
difícil arranjar um emprego.
Há dias que não fazia uma refeição decente e o desânimo havia tomado conta de sua 
vontade, por isso perambulava, agora, pelas ruas, sem destino.
Num dado trecho do caminho, enxergou no chão o que pareceu ser uma nota de dinheiro.
Correu em direção ao papel e viu que se tratava de uma cédula de valor.
Não era muito, mas, antes de recolhê-la da calçada, olhou por todos os lados, para ver se 
ninguém por perto reclamava a falta do dinheiro.
Não, não havia ninguém com ar de ter perdido alguma coisa.
O homem pensou: É bom demais para ser verdade!
Apesar da quantia não ser tão expressiva, já serviria para amenizar-lhe a fome naquele dia.
Quase num sobressalto, ajuntou a nota, desamassando-a.
Porém, que decepção! A nota, na verdade era apenas a metade da cédula.
Irritado, rasgou em pedacinhos o pedaço de papel, jogando-os num bueiro.
Continuou a caminhada, amolentado, esbravejando em pensamento.
Contudo, alguns metros adiante, para surpresa sua, encontraria a mesma nota. Era a outra 
metade da primeira!
*   *   *
Os grandes problemas da impaciência são as perdas que o impaciente sofre.
A primeira delas é, obviamente, a perda da serenidade.
Sem serenidade, não temos condições de avaliar com frieza as circunstâncias que nos 
envolvem, de modo que possamos enxergar as saídas e soluções possíveis.
Perdendo a serenidade,  perdemos também o bom senso.
Sem o bom senso,  nos tornamos impotentes, ou apenas nos sentimos impotentes.
Paciência é respeito.
Respeito aos outros e a nós mesmos.
Seja paciente você também.
Você verá que é muito mais produtivo trabalharmos pacientemente do que nos irritarmos 
com o que não será modificado do dia para a noite.
Ademais, quem não sabe esperar, também não sabe usufruir!
*   *   *
Tomas Edson, o grande inventor, já estava na tentativa número seiscentos e sete para 
incandescer um filamento e conseguir inventar a lâmpada.
O seu assistente, cansado, insistiu para que ele desistisse.
Edson perseverou. Resultado: dessa vez, o invento alcançou êxito.
Você acaba de perceber o que a paciência pode conseguir.
A pessoa paciente é aquela que aguarda o momento certo de agir, a hora ideal para falar 
o instante oportuno de calar.
Paciência não significa passividade, indolência ou subserviência.


Paciência é a atitude inteligente de quem compreende que as pessoas nem sempre são 
como os outros desejariam que fossem.



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