segunda-feira, 21 de abril de 2014

Conheci o amor da minha vida - e o perdi...

Eu sou S., tenho 26 anos, trabalho com mercado financeiro e perdi meu namorado a 7 meses para uma leucemia. Perdi o homem da minha vida para um câncer. 

Em 2011 fui morar em BH a trabalho, e passava muito tempo em casa sozinha. Um dia conversando com uma amiga, papo vai papo vem ela me contou sobre um colega nosso de escola. Ele tinha descoberto que estava doente. Estava com LMA ( Leucemia Mieloide Aguda). 

Nunca tivemos muito contato na escola. Eu sempre certinha, achava ele tonto demais, bagunceiro demais, mulherengo demais. Nunca tivemos afinidade. Pelo menos não até aquele telefonema. Ele me contou que estava bem, estava super animado e confiante, que ia sair dessa e ia me convidar pra tomar um chopp para comemorarmos. Trocamos e-mail e começamos a nós falar diariamente, o dia todo. Ele reclamava do clima e da comida de hospital e eu reclamava por estar longe da minha família e dos meus amigos. Arrumamos algo em comum: A fome e a reclusão do mundo.

Como vinha para SP semanalmente, comecei a visita-lo no hospital. Depois de alguns meses não aguentando mais ficar longe de todo mundo voltei pra casa. Fiz as malas e vim embora. 
Felipe estava ainda em tratamento e não podia sair pra muitos lugares. Então passávamos a maior parte do tempo ou na minha casa ou na casa dele. Passávamos horas batendo papo, dormindo, rindo, comendo. Não tinha nada que eu fazia que não chamava a ele. Não tinha nada que ele fazia que não me chamava. Todo mundo começou a comentar, brincar que estávamos namorando específico. Acho que todo mundo percebeu antes mesmo de nós dois. 

Em março de 2012 depois de sessões pesadas de químios o Fe se internou para o transplante de medula. Foram longos dias sem visitas, sem notícias. Dias cheios de angústia. Quase surtei. Chorava, chorava e chorava. Até que um dia ele me mandou uma mensagem dizendo: Palhaça, a medula pegou! To salvo! Ganhei a vida de novo.

Depois de dias de angústia pude finalmente respirar de novo. Aos poucos fui tendo meu amigo de volta. As conversas, os filmes no sofá da sala, os restaurantes, as sessões de cinema, os bate papos. Éramos grudados, amigos inseparáveis. Até que no dia da formatura da minha irmã as coisas mudaram. 

Naquele baile, ele me tirou pra dançar. Aquelas luzes, os papéis caindo e ele comigo. Não poderia ter sido mais perfeito. Seus braços na minha cintura e os meus no pescoço dele, como num laço ou enforcamento desastrado, e eu não conseguia pensar em nada. Nada mesmo. Eu tava ali vivendo, dançando, olhando pra dentro dele e não pensava. Caiu a ficha! Não era só amizade! Impossível ser apenas amizade.

Era amor. O maior e mais bonito que já tive até hoje. Depois daquela noite foi que a coisa desandou. Foi tudo muito rápido e intenso. Passava mais tempo na casa dele do que na minha própria casa. Trocávamos centenas de mensagem por dia. Eu que nunca gosto muito de ninguém gostei tanto dele. Baixei a guarda, me entreguei de corpo e alma. Brigávamos muito muito muito. Mas sempre fazíamos as pazes. Pela primeira vez na vida eu senti a sensação de querer quem eu tinha. Eu o amava. Ele me amava. E apesar de um odiar o outro as vezes, o amor sempre falava mais alto. Seria tudo perfeito se a leucemia não tivesse voltado.

No final de 2012 notei o Fe calado, distante, irritado. Estava sempre cansado, irritado, nunca queria sair. Totalmente o oposto do cara que convivi por tantos meses. Tentei fazer com que ele me dissesse o que estava havendo mas foi inútil. Até que um dia ele me chamou pra conversar e disse q já não nós entendíamos muito bem é que achava melhor terminar nosso namoro para que não estragássemos a amizade. Fiquei devastada. Sem entender. Nossa brigas eram brigas normais. Não tinha motivos pra tudo aquilo. Pelo menos eu achava que não. Mas o Fe tinha. Ele estava doente de novo. E sabendo tudo que teria que passar novamente, terminou comigo pois não achava justo eu ter que sofrer com ele tudo que ele tinha que sofrer. 

Ele era obrigado a passar por tudo aquilo, mas eu não. Um dia deixei meu orgulho de lado e fui procurá-lo. Chegando na casa dele o encontrei aos prantos no quarto. Foi aí que ele me contou. Acho que por alguns segundo meu mundo saiu de órbita. Até digerir tudo aqui… Tive medo, pânico, pavor… Não sei explicar o nome do que senti. Engoli todo o desespero, o abracei e disse que ele não estava sozinho. Que ele querendo ou não, era do lado dele que eu ia ficar. Enfrentaríamos tudo juntos e ele iria ficar bom pra me levar pro altar. Porque era com ele que eu iria casar. 

Hospital Edmundo Vasconcelos. Ali virou nossa segunda casa. Quimioterapias, vômitos, náuseas, efeitos colaterais, dor, angústia, medo… Muita coisa ruim. Mas acho que nesse hospital foi onde aprendo o verdadeiro sentido da palavra amor. Nos dias "bons" riamos, dormíamos de conchinha, assistíamos filmes, batíamos papo. As vezes nem parecia um hospital. Nos dias ruins Fe nem acordava pra dar bom dia. A essa altura já tinha largado a faculdade e me dedicava apenas ao trabalho e ao Felipe. Era uma corrida contra o tempo. Precisávamos de um doador. Sem irmãos de mesmo pai e mãe, com a família pequena as chances eram mínimas. Não dava pra saber até quando o corpo dele ia aguentar as pesadas sessões de químios. Geralmente eram 30 dias internado e uma semana em casa pra recarregar as energias. A cada dia nos tornávamos mais próximos. Acho que depois do Felipe eu passei a acreditar em alma gêmea. Era incrível como ele me conhecia só de olhar.

Em um desses intervalos em casa, eu estava no trabalho quando a mãe dele me ligou gritando: tínhamos achado um doador. O Felipe estava salvo. Ia dar tudo certo. Estava acabando. Olha eu acho que nunca na minha vida me senti tão feliz. Meu peito parecia que ia explodir de gratidão de emoção de felicidade! Mas aí aparecem mil dúvidas: será que é mesmo compatível? Será que a pessoa vai querer doar? Será que vai dar tudo certo? Voltamos correndo pro hospital, dessa vez o São Camilo.

Começaram novas sessões de químios. Uma mais agressiva que a outra. Mas dessa vez tinha uma certeza: ia dar tudo certo. E deu. A medula era compatível, o doador aceitou doar, o transplante foi um sucesso. Depois do transplante é tudo muito sofrido e perigoso. A vulnerabilidade a infecções e bactérias é enorme. A pessoa sente dores terríveis, perde peso, sente náusea, tonturas, falta de apetite… O Fe superou tudo isso. Ele tinha vencido.

Um dias antes do meu aniversário (19/07) o Felipe teve alta. Ganhei um bolo surpresa. Tinham meus avós, meus pais, meus irmãos, minha sobrinha, meus grandes amigos e meu namorado BEM. Não tinha o que pedir na hora de apagar as velas. Estava feliz! Plenamente e completamente feliz. Acordei com café na cama e um beijo de bom dia. Infelizmente que felicidade durou pouco. Poucos dias depois o Fe começou a se sentir mau e teve que ser internado.

Não sei explicar, mas no dia que fomos para o hospital, mesmo ele estando clinicamente bem, eu sabia que ele não voltaria mais.

Foram 20 dias de internação! Os mais longos e mais sofridos. O Fe teve uma piorada rápida. A cada dia quebrei chegava lá ele parecia pior e pior. Ninguém sabia explicar como mas apesar do cuidado ele tinha contraído uma bactéria. Teve uma infecção generalizada. Comecei a ver meu amor indo embora. O desespero tomou conta de mim. É cortante não poder fazer nada para aliviar a dor de quem a gente ama. Depois de 3 dias aterrorizantes na UTI o Fe foi embora. 

É um momento que não separa ninguém por raça, sexo ou religião. Todo mundo sente o mesmo, seja dor ou impacto. Todo mundo sente. Aquele minúsculo milésimo de segundo que antecipa a pancada brusca que a gente recebe no coração. Foi assim que eu senti quando me disseram que ele tinha ido embora. 

Daquela noite de 20/08/2013 muito pouco me lembro. O que me lembro é que fiquei ali, até o último suspiro. Apesar de todo o pavor. Enfrentamos juntos. E eu morro de orgulho de ter sido a namorada do Felipe Ricardo Lopes. O ogro mais fofo e romântico que eu vi na vida. O coração maior e mais mole que eu pude conhecer. Eu cresci tanto com ele que não consigo mais voltar ao tamanho que tinha antes, como se eu estivesse fora do lugar, sabe? Sem ele eu sinto que não me encaixo mais na minha própria vida. Eu sei que um dias as coisas vão voltar ao “normal”. É só que o mundo com ele era mais seguro.

Não sei se ele soube, mas as minhas melhores ações são sobre ele – e que as minhas maiores confissões envolvem o que é nosso e o que ninguém mais sabe. Ele nunca soube mas ele me salvou de mim mesma. Eu sei o cheiro dele de cor e salteado. Eu sinto de vez em quando no meu quarto. Mesmo que ele não esteja aqui.

Nos falávamos do futuro como quem fala de um sonho bom. Juntei minhas vontades com as dele, e as transformamos em momentos perfeitos. Vai ficar guardado cada sorriso que trocamos. Vai ficar guardada cada saudade que não matamos… E se o presente fugiu dos nossos planos, eu pego o que passou e guardo num canto bonito do peito.
Ele é uma das histórias mais lindas que o meu coração tem pra contar…
                                                                   
                                                                            *** 
                       
Cuide bem do seu amor hoje. Porque o amanhã pode nunca chegar…
________
Texto de uma leitora ao site Isabela Freitas.
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sábado, 19 de abril de 2014

Vende-se grande amor. Peça já o seu!

Alguns procurariam nos supermercados, como item de necessidade básica. Outros procurariam em perfumarias, como item para ocasiões especiais. Há ainda os que buscariam em lojas de roupas, como item para melhorar a aparência. Enquanto outros arriscariam as farmácias, tentando encontrar, enfim, o remédio para suas dores ou a cura para suas doenças.

Parece piada, mas infelizmente é verdade que muitas pessoas ainda acreditam que é possível encontrar um "grande amor" prontinho para ser consumido. E se iludem com essa possibilidade, desperdiçando a chance incrível de encontrar suas próprias ferramentas. 

Não se empenham em inverter o olhar. Insistem em continuar olhando para fora. Onde não há respostas. Pelo menos não as certas. Não as delas. E para completar o quadro de fracasso e frustração, insistem também em se lamentar da falta de sorte ou de um mundo que não se alinha aos seus valores - mais nobres, elas querem dizer.

Que pena! Perdem a incrível chance de arrancar, de uma vez por todas, essa máscara de vítima ou de quem não se importa. Desperdiçam a fantástica oportunidade de abrir suas portas e janelas, abrir sua mente e seu coração, e simplesmente deixar a luz entrar. Acender-se. Enfim, enxergar-se!

E feito repetições de regras, comportamentos e desejos que não são seus, elas continuam procurando amores prontos. Chegam a apostar que vão encontrar algum sob medida. Feito especialmente para elas. Como se ao menos soubessem quais são as suas próprias medidas.

Não sabem! Não se sabem sob os ângulos mais importantes. Porque se ver dá trabalho. Pede ajustes. Requer um olhar acolhedor e justo. É preciso ter amor. Por si, pelo outro e pela vida. Sim, dá mesmo trabalho. Não é fácil. Mas é simples, como sempre digo. Quanto mais simplificamos, mais fácil se torna.

O problema é que a maioria prefere o complicado. O difícil mesmo. Alguns até se encantam pelo impossível. Sabe qual o nome para esta dinâmica? Sabotagem! E contra si mesmo! Ama quem está longe! Ama quem está comprometido! Ama quem não quer saber de amor! Ama a história que não vai rolar! E assim o ciclo se repete!

Mas o pior é que tais pessoas continuam procurando fora, como se existissem mesmo prateleiras expondo amores à venda. E o que eu mais queria era ser capaz de fazê-las entender que o caminho é o de dentro. E que um grande amor não é resultado de uma busca insana e desconecta. É consequência de um encontro leve e absolutamente essencial, mas que acontece primeiro consigo mesmo e com sua noção de merecimento!




RosanaBragasomostodosum

O vício do Amor obsessivo

Este artigo faz parte do livro COMO SUPERAR A CARÊNCIA AFETIVA E A DEPENDÊNCIA EMOCIONAL, que será lançado em breve. Leia e faça seus comentários ou conte suas experiências logo abaixo. Se quiser não precisa dar seu nome verdadeiro.
Na última década muita coisa mudou a respeito do que se chama o “vício do amor”. Não que o vício mudou, pois continua sendo o mesmo flagelo que sempre foi. O que mudou na verdade foi à forma de encará-lo. Há vinte anos o nosso entendimento sobre o vício do amor, ainda fazia parte da nossa compreensão sobre co-dependência. O vício do amor e a co-dependência parecia ser a mesma coisa, no entanto hoje compreendemos que não é verdade.
A obsessão amorosa em si já é um campo de estudo, enquanto que co dependência é apenas um dos vários transtornos de personalidade subjacente. Para deixar bem claro como um difere do outro a seguinte lista.
O dependente de amor obsessivo tem as seguintes características:
É indisponível emocional ou sexualmente, ou seja, são pessoas casadas ou que estão se relacionando com alguém; viciados, alcoólatras, viajantes. Tem dificuldade de comunicar-se, sem amor, distante, abusivo controlador, ditador, egocêntrico, egoísta e são viciados em alguma coisa fora do relacionamento, tal como hobbie, drogas, álcool, sexo, outra pessoa, jogos, compras e outros.
Co-dependete  de viciados em amor obsessivo, São mais facilmente reconhecidos, pois se encaixam num perfil mais normal. A maioria deles sofrem de baixa auto-estima e tem certa forma previsível de pensar, sentir e agir. Isto significa que, por causa de sua insegurança e baixa auto-estima eles tentam desesperadamente prender a pessoa querendo ser aquele que irá salva-la. Monta vigilância cerrada, controla de maneira passiva ou agressiva e aceita o abuso. Em geral eles farão de tudo pelo parceiro na esperança de que eles não vão abandoná-lo ou que algum dia eles irão retribuir o esforço.
Dependentes de Relacionamentos, ao contrário de outros viciados em amor, são pessoas cujo amor já acabou, mas elas se recusam a deixar o parceiro ir embora. Normalmente eles são tão infelizes que o mau relacionamento acaba afetando a sua saúde física, emocional e espiritual. Mesmo que seus parceiros os espanquem, eles corram risco de morte, não os deixam ir. Sentem muito medo da mudança que causará o rompimento e a solidão. Eles de maneira nenhuma querem ferir seu parceiro. A filosofia do dependente de relacionamento poderia ser resumida nesta frase: “Eu odeio você, mas não me abandone pelo amor de Deus!” ou “Você não presta, mas eu quero ficar com você”.
Dependentes de amor narcisista. Narcisismo descreve a personalidade de alguém que é apaixonado por si mesmo. São pessoas que costumam dominar seu parceiro usando o poder da sedução. Ao contrário do co-dependente, que aceita uma grande quantidade de sofrimento, o narcisista não irá tolerar qualquer coisa que interfira na sua felicidade. Eles são muito egoístas e sua baixa auto-estima é mascarada pela sua mania de grandeza.
Por aparentarem não estar nem aí para o relacionamento, parecem ser distantes e indiferentes. Eles não aparentam ser viciados, mas se alguém tentar abandoná-los eles entrarão em pânico e usarão qualquer artifício ao seu dispor para prender a pessoa no relacionamento, incluindo a violência.
Muitos profissionais da área têm rejeitado a idéia de um narcisista ser viciado em amor, talvez porque eles nunca buscam ajuda especializada. Mas quem já viu a reação de um narcisista diante da possibilidade  real ou imaginário de ser abandonado, terá a certeza de que eles são mesmos viciados em amor.
Viciados em amor ambivalentes – que tem dois valores. Pessoas que sofrem de transtorno de personalidade ou anorexia emocional. Essa anorexia emocional é quando a pessoa sente que é muito inferior emocionalmente, mesmo quando não é.
São ambivalentes porque anseiam desesperadamente por amor e ao mesmo tempo estão aterrorizados com medo de uma possível intimidade e, convenhamos essa é uma combinação angustiante. A pessoa quer amar, mas tem medo de se envolver.
Há varias formas diferentes de viciados em amor ambivalentes, eis alguns:
Pessoas que são obcecadas por outras que não está disponível, casada, etc. Pode ser um sentimento não revelado, quando a pessoa sofre em silêncio ou perseguindo a pessoa pela qual esta apaixonada. Este tipo de vício se alimenta de fantasias e ilusões; é o famoso amor não correspondido.
São pessoas estranhas que costumam sabotar, ou seja, dar um jeito de acabar logo com os relacionamentos quando eles começam a ficar sérios e surge a intimidade. Pode acontecer antes ou depois do primeiro encontro, quando a coisa caminha para um compromisso mais sério.
Mas se você vive com o coração disparado por causa de alguma pessoa indisponível ano após ano, sabotando um relacionamento atrás do outro, ou apenas se sentir bem quando esta com alguém indisponível, então você pode ser um viciado em amor ambivalente


Você é uma pessoa que ama demais?

PESSOAS QUE AMAM DEMAIS
Carência Afetiva é um distúrbio de comportamento que afeta um número muito grande de homens e mulheres. Em geral, pessoas que amam ilimitadamente, que vivem em uma linha tênue que alterna entre carência, amor e sofrimento, na grande maioria de total baixa auto-estima, quase todas adquiriram este distúrbio em alguma experiência onde suas necessidades emocionais não foram atendidas, seja na infância ou mesmo em relacionamentos passados.
Não se importando com seus próprios interesses, essas pessoas por muitas vezes mudam drasticamente suas opiniões em atenção ao relacionamento, se anulam, se fixam no relacionamento e fazem dele o centro de sua vida, vivendo muitas vezes um mal-estar interior, um sofrimento decorrente do relacionamento, que nada mais é que uma forma de se conectar com seus próprios sentimentos.
Os carentes afetivamente idealizam relacionamentos da forma que desejariam que ele fosse, e com isso acabam sendo vítimas de relacionamentos conturbados: Se envolvem com todo e qualquer tipo de pessoa, muitas vezes enxergam da forma em que acreditam que seu amor ou dedicação irá corrigir aquele defeito, fato este identificado na terapia como uma forma de fugir de seus próprios problemas centrando-se nos problemas dos outros, existe ainda o entendimento de que estas pessoas inconscientemente não distinguem amor e dor.
O carente afetivo é inseguro e está sempre pronto a agradar, demonstra muito amor e muito controle, sem perceber que isso acaba por sufocar a outra parte, mesmo não sendo esta a intenção, tem a necessidade de controlar as pessoas e os relacionamentos, temendo perder, e camuflam esse controle mostrando-se uma pessoa prestativa, sempre pronta a ajudar.
Você sofre de carência afetiva?

O perfil do carente é o mesmo: Quer ser amado, quer aproximar e não afastar o outro, mas como não sabe se valorizar, talvez por não ter aprendido, e como não aprendeu a viver um relacionamento afetivo saudável acaba pondo os pés pelas mãos, afastando o outro cada vez para mais longe.
Além dos sintomas tradicionais deste tipo de carência existem ainda outros pouco notados: A tentativa de sentir-se melhor com o consumismo e o Altruísmo.
Experimente fazer perguntas a você mesmo, pergunte se optou por um retrocesso ou estagnação na sua carreira em função do relacionamento ou se desistiu completamente de investir em si mesmo. São diversas perguntas que você pode fazer a você mesmo em busca de respostas.
Como cuidar da carência afetiva?

Você precisa aprender a amar de forma saudável, estando em primeiro lugar e dosando para não ser egoísta, ame a si mesmo, resgate seu amor próprio, sem isso jamais poderá se relacionar de forma equilibrada.
Desenvolva auto-aceitação, não é por ser carente que você vai encontrar em outros indivíduos o que te falta, busque dentro de você, e se achar que não é capaz procure ajuda especializada, existem muitos grupos de apoio e profissionais neste sentido.
O importante é você admitir que ninguém poderá ajudá-lo sem que você seja consciente de seus próprios sentimentos, não importa o quanto você receba de amor de outra pessoa, jamais isso poderá curar suas feridas interiores, o único remédio para isso é entender e superar o que aconteceu.


Carência NÃO é amor

Se você sente tanto a falta de uma pessoa que não consegue mais se imaginar vivendo sem ela, e se a falta dela faz com que você se sinta só e desamparada, antes de achar que o que sente é amor, seria bom tentar descobrir quais são as carências que você está querendo suprir com este relacionamento!
Então, por acaso você está nestas de confundir carência afetiva com amor, achando que quanto maior a falta que o outro lhe faz, maior é o sentimento? Pura balela. Estar "viciada" no outro não tem nada de amor - muito pelo contrario, está mais para vampirismo emocional!
Carência, como o proprio nome já diz, é a ausência de algo.
E este algo que lhe faz tanta falta nunca será suprido por quem quer que seja, muito menos pelo "amor da sua vida". Sim, pode parecer um absurdo o que está lendo, mas quanto maior o "amor", maior o sentimento de perda. E o carente é aquela pessoa que sofre justamente por achar que lhe falta tudo pra ser feliz, por isso se apega às relações com tanta fome.
Então, sinto muito em desapontá-la, mas por mais que você ache que está apaixonada, o que existe mesmo é uma dependência emocional. Sim, por isso que muitas vezes você acha que é obrigação dele te fazer feliz. E quando ele não consegue ou não quer, você se fecha e entra em depressão
E todas as vezes é assim:
"Ah, ele podia pensar mais em mim...Ah, ele podia ficar mais do meu lado...Ah, ele podia me dar mais carinho..."
Então, minha cara, sua vida se resume ao que ele DEVERIA fazer e não ao que ele realmente gostaria de fazer.
Aliás, uma das características mais marcantes nos carente é a incapacidade de aceitar que o outro não tem o poder de ler mentes. Por isso que é comum achar que ele deveria saber como você se sente o tempo todo. Por exemplo, se você está triste, ele deveria saber os motivos, não ficar perguntando porque você está com esta cara de bunda. Sim, porque gente carente e sensível como você passa o tempo todo com cara de bunda, já reparou? Não? Então dá uma olhada no espelho para ver como tenho razão.
Carência, antes de tudo é cobrar do outro, sempre fazendo o máximo para que ele se sinta culpado por algo que fez ou deixou de fazer.
Resumindo: gente carente é egoísta até os ossos!
A frase favorita do carente:
Se você me amasse...
Quantas vezes você tentou deixar seu benzão com um tremendo sentimento de culpa, só porque ele não deu toda atenção que você desejava? Fala a verdade: você fica ou não fica um porre de azeda quando ele esquece de mandar aquela merda de sms de manhã cedo? Sim, o cara já mandou mais de mil mensagens "eu te amo, Pituquinha", mas se ele fica um dia sem mandar, pronto, você faz da vida do sujeito um inferno.
"Por que você não mandou um sms pra mim? Você não me ama mais? Por que você está tão frio? Você não era assim"
Mas que mulher chata, meu Deus!!!!
Tão chata que devo concordar quando você acha que não merece ser amada.
"Amor, estou carente...Me dá atenção".
Oras, tá carente de atenção, então compra uma coruja!!
Tá carente porque ninguém fala com você? Compra um papagaio!
E se está carente porque queria alguém para te fazer rir, compra um macaco!!!
O grande problema de se estar envolvido com uma pessoa carente é que você jamais poderá suprir as faltas que ela arruma o tempo todo.
Você nunca será atencioso o bastante, nunca será carinhoso o bastante, nunca será presente o bastante...
Você jamais será o que ela quer, e mesmo assim ela não irá te deixar partir porque acha que sem você ela não pode viver!!!!
Todo carente é um vampiro emocional, por isso que eles sempre tentam sufocar e dominar os outros pela propria dependência, fingindo uma fraqueza oportunista, daquela coisa de se fazer de morto pra comer o urubú!



REVISTA ANDROS \DR ANDROS

Como esquecer o ex?

  • 1
    Bloqueie

    Excluir da sua vida, completamente, a pessoa com quem você conviveu por tanto tempo, assim, de um dia para o outro, não é nada fácil. Mas, aqui, estamos falando de você, que não estava preparada para o fim do relacionamento e que foi surpreendida por uma decisão unilateral. Por mais que tenha sido compreensiva, mesmo sem concordar, e que o término não represente para ele o fim de uma amizade, o foco aqui é desapaixonar daquele que não te ama mais. Pelo menos, não como você gostaria. Bloquear essa pessoa das suas redes sociais pode ser um começo. A medida, aparentemente radical,vai te ajudar a fugir daquela verdade de que a vida dele continua muito bem sem você. Não é para sempre. Não precisa ser. Mas, neste momento, vale tentar.
  • 2
    Resgate o que te fazia falta

    Em um relacionamento, a gente acaba abrindo mão de uma coisa ou outra que fazia parte da nossa rotina, antes do namoro. Seja aquele encontro semanal com as amigas, aquela leitura sagrada antes de dormir, aquela liberdade de poder escolher ficar em casa em um sábado e colocar em dia todos as músicas que você quer ouvir, todas as bandas que você quer desbravar. Ou o contato com aquele ex namorado que se tornou um amigão, mas que você precisou manter certa distância. Às vezes, a gente nem percebe do que abrimos mão. Afinal, a rotina ao lado dele também era gostosa. Mas, resgatar esses compromissos com você mesma, que eram só seus, consola e conforta o coração.
  • 3
    Novos projetos
    Se o fim do relacionamento lhe causar aquele desânimo, você vai nadar contra a maré e, ao contrário, fazer desse momento o mais produtivo da sua vida. Trabalhar, encontrar com pessoas, engajar-se em novos projetos. Criar e trabalhar são sempre ótimos refúgios. Aproveite para tocar aquela ideia que estava perdida entre os compromissos do relacionamento.

  • 4
    Amor com outro amor se cura

    Foi um exagero falar de amor, no título deste item. Mas um colinho nesta hora ajuda e muito. Você não vai se envolver ou iludir ninguém com falsas promessas, não, não é isso. A questão é que, pós término, fica-se super carente e, para algumas pessoas, atravessar essa fase só com a ajuda dos amigos não é suficiente. O que estamos querendo dizer é que você deve se dar a chance de conhecer melhor outras pessoas. Quem sabe, aquele que vivia tentando chamar a sua atenção? 
  • 5
    Faça uma viagem
    Vale qualquer destino. O importante é você aprender a estar sozinha ou, pelo menos, sem ele. Você vai chegar à conclusão de que alguns programas que faziam juntos não precisam sair da sua rotina. Só vai mudar de companhia. Normal um chororô na hora de dormir, é mesmo um momento crítico. Mas, no fim da viagem, você estará mais segura para começar de novo.

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Déia Fargnoli
Consultora de Relacionamento     
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Dicas de Relacionamento






A evolução da masturbação feminina

A gente tem que dar graças aos céus por não ter nascido no século 19. Se hoje conhecemos bem o nosso corpo, se proporcionamos a nós mesmas momentos de intimidade e prazer, isso se deve ao psicólogo mais Pop da história, famoso pai da psicanálise, Sigmund Freud - também às mulheres transgressoras e às feministas. Obrigada.
A vida sexual é parte da nossa felicidade, certo? Conhecer o nosso corpo e o que nos dá prazer relaxa dos músculos ao cérebro, tudo funciona melhor. Nossos problemas emocionais eram taxados pura e simplesmente de Histeria - histeria vem do grego "útero". Vish. Basicamente, Freud se meteu a estudar a nossa libido com intensidade e, segundo ele, a sexualidade feminina era “um continente obscuro” para a psicologia – isso lá pela década de 20 do século XX. Era uma desamunidade ligar o útero à loucura.
Para você ter uma ideia, no século 19 o amor não era relacionado ao prazer sexual, isso significava que você não “deitava e rolava com o seu marido”, não era para isso que o casamento servia. Por isso, existiam os “massageadores profissionais de pélvis” – praticamente uma prostituição masculina legalizada, que também era legal hein, rs.

Homens, médicos e seus estagiários, que por baixo da sua saia faziam uma massagem pra você relaxar. As clientes variavam bastante: de casadas, viúvas a – acredite – freiras.
O longa de 2012, Histeria, retrata bem essa época. No século 19, quando uma porção de mulheres eram diagnosticadas como loucas,  o jovem Dr. Mortimer Granville (interpretação ótima do lindo Hugh Dancy) realiza massagens manuais nas mulheres e o maravilhoso efeito colateral é o orgasmo. Só que de tantas massagens, o médico fica com dores nas mãos e pá: eis que surge o vibrador. Apesar de o filme ser uma comédia dramática - você não vai reconhecer o Rupert Everett - ele é baseado em fatos reais.

Veja o trailer!

Os primeiros vibradores não eram lá muito anatômicos.
Os primeiros vibradores inventados para “acalmar mulheres” simulavam não o pênis, mas um dedo masculino. Aff!
Hoje tudo mudou! Temos direito ao prazer sexual seja quais forem nossas escolhas. É bom descobrir o próprio corpo, é saudável e faz bem para pele.  Quando a gente se conhece o sexo flui melhor. 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Cuidado o Coito Interrompido engravida

Cuidado. Relação sexual com penetração do pênis na vagina sem o uso de camisinha ou pílula anticoncepcional, mesmo se houver sido praticado o coito interrompido, pode engravidar, sim.
Caso ele não tenha ejaculado dentro da vagina as chances de gravidez diminuem um pouco, mas ainda existem, pois coito interrompido não é método anticoncepcional adequado e eficiente.

O líquido lubrificante também engravida: Leia o artigo todo clicando aqui

Sobre ansiosidade e fome

Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas
“Antônio Roberto, quanto mais a mídia impõe padrões de beleza, pior eu fico. Gosto de comer, mas por mais que eu malhe não consigo emagrecer. Gostaria de saber o que fazer, vou casar daqui a 3 meses e quanto mais ansiedade pior. Vivian Lima de Belo Horizonte.”
Há uma relação direta na forma como nos alimentamos e nossos estados emocionais. O excesso na comida deixou de ser visto apenas como o pecado capital da gula e passou a ser considerado na maioria dos casos, como problema psicológico. Submetidos a intensas pressões, tanto externas quanto internas, vivemos um grau excessivo de angustias, ansiedades e depressões. E um dos mecanismos que aprendemos a adotar para aplacar esses sentimentos é recorrer à comida. Dessa forma, os sentimentos influem decisivamente na forma como nos alimentamos. Por que buscamos na comida auxílio para nossas dores emocionais?
Aprendemos isso desde a infância. O recém nascido experimenta um imenso prazer ao ser amamentado. E esse prazer é duplo: sacia a fome e oferece aconchego corporal. Esses dois prazeres acalmam a criança. Tanto que é comum a mãe dar peito ao neném apenas para acalmá-lo. Aí está a vinculação primária entre comida e afeto. Esse vinculo, as vezes permanece durante a vida e o alimento passa a ser uma forma de acalmar a ansiedade, a angustia e a depressão, sentimentos que demonstram a ausência de afeto e de prazer.
Essa ligação entre comida e fuga da dor é reforçada mais tarde por nós mesmos e por outras pessoas. Quantas vezes as mães oferecem comida aos filhos mesmo maiores quando eles estão tristes. Em situações limites, como por exemplo, na morte de alguém, é comum a preocupação de que a pessoa que sofreu a perda se alimente. Em um velório recente da mãe de uma amiga minha, observei que várias pessoas falavam insistentemente que ela precisava comer alguma coisa. O hábito de aplacar as dores emocionais com a comida existe também na relação com as drogas, com o sono, com o sexo, ou com qualquer coisa prazerosa.
Entre todos os prazeres, porém a comida é o mais fácil de se obter e o menos condenado socialmente. Daí o crescimento mundial na compulsão para a comida.
Estabelecido esse sistema compensatório, a dieta apenas não resolve. Com ela atacaríamos somente o sintoma de aquisição de peso, mas a causa continua intocável. Por isso a dificuldade que as pessoas tem de seguir um regime alimentar ou de voltarem a engordar algum tempo depois de uma dieta bem sucedida.
Um tratamento psicológico para resolver a ansiedade, a angústia ou a depressão torna-se, nesse caso, um instrumento fundamental.
No caso específico da Vivian, um psicólogo iria ajudá-la a elaborar o fator desencadeante da sua tensão, que é normal perante ao novo (casório). Apesar de haver um fator fisiológico que leva as pessoas ao consumo de determinados alimentos como, por exemplo, o chocolate que ajuda no equilíbrio da serotonina, a questão fundamental da compulsão para a comida está na ansiedade.
Hoje em dia qualquer tratamento sério da obesidade inclui ansiolíticos e ou antidepressivos. A ansiedade tornou-se um estilo de vida para a maioria de nós. As pressões internas aprendidas e acumuladas durante nossa vida nos fizeram perder contato com nossa própria natureza. Nossos ritmos já não são ditados pela naturalidade. Ao contrário vivemos em um corre-corre incessante que nos traz desgaste e stress. Trabalhar sistematicamente a ansiedade é fundamental para acalmar nosso corpo nas suas impulsividades e, no caso, a impulsividade para a comida. O exercício físico, o relaxamento muscular, a dedicação a atividades que nos tranqüilizam: escutar música, cuidar de plantas, trabalhos manuais, orações, etc. podem nos ajudar nessa mudança. A questão, portanto não é de força de vontade. É mudança de hábitos do estilo de vida.

QUAL O TAMANHO IDEAL PARA OS SEIOS? IMPLANTE E REDUÇÃO DE MAMAS


tamanho proteses silicone ideais Qual o tamanho ideal para os seios? Implante e Redução de Mamas

Ter o corpo perfeito é o sonho de diversas mulheres. O desejo de boa parte delas éaumentar o tamanho de seus seios. Muitas vezes, elas possuem seios pequenos e ficam insatisfeitas, com a autoestima baixa. Mas, tudo deve ser feito sem exageros para não prejudicar a coluna da pessoa. Também há casos em que a paciente deseja ou necessitareduzir o tamanho dos seios. Não há somente um tamanho ideal para as mamas, pois ele pode variar muito conforme cada mulher. Para chegar ao melhor tamanho é possível analisar o corpo da paciente, medir o tórax, a mama etc. e ver também suas expectativas. A partir disto, o tamanho ideal para as mamas pode ser calculado.

Mamoplastia de aumento (Implante de Mama)

mamoplastia de aumento consiste na colocação de próteses, normalmente de silicone, mas também pode ser de salina (soro fisiológico), nas mamas para dar volume. Não é porque uma celebridade colocou próteses de silicone de determinado tamanho e ficaram ótimas que em você também ficará. Cada pessoa tem um corpo diferente e o formato deste corpo deve ser levado em consideração na hora da escolha. O perfil da prótese também deve ser levado em consideração, pois cada um deixa um resultado diferente. Na hora da escolha vale lembrar qual é o objetivo que o paciente quer, só não pode exagerar. O cirurgião plástico pode auxiliá-lo melhor na escolha.

Mamoplastia redutora

á casos em que o melhor caminho é realizar a mamoplastia redutora. Os seios avantajados podem até ser bonitos e atrair olhares, entretanto, algumas vezes também é possível que causem dores nas costas, comprometendo diversas atividades do dia-a-dia, além de ser um grande incomodo. Também há outros motivos para a sua realização, como para dar uma forma melhor aos seios. Com a cirurgia plástica é possível retirar o excesso, porém definindo o tamanho ideal para as mamas e deixando-as bonitas.


Tem alguma dúvida? Fale  com Dr. Daniel Borges, Cirurgião Plástico> CLIQUE AQUI

Tel: (31) 3273-7919 - Email: contato@drdanielborgesplastica.com.br - Rua Sergipe, 921, Savassi - 30130-171 - Belo HorizonteMinas Gerais - Brasil

Seios doloridos o que pode ser?


Os seios femininos são órgãos repletos de terminações nervosas, músculos, glândulas. Por conta disso, muitas vezes durante a nossa vida sentimos os seios doloridos, e nem sempre sabemos quais as razões dessa sensibilidade nas mamas. Afinal, o que pode causar as dores nos seios e o que devemos fazer para aliviar esse sintoma?

Seios Inchados e Doloridos

seio dolorido é sinal de alguma doença grave? Todas as mulheres sentem dor no seioalguma vez na vida? E o inchaço na mama, acontece por que?
Seios doloridos o que pode ser?
Seios doloridos podem ser sinal de algumas situações no organismo da mulher
Como a região das mamas é muito delicada, é comum a maioria das mulheres sentir algum tipo de dor ou mesmo um pequeno incômodo ou inchaço nas mamas em algum momento de suas vidas. As causas são várias, e quase sempre não significam nada tão grave.

O que causa Seios Doloridos?

Gravidez, sutiã apertado ou inadequado ao formato e tamanho das mamas, TPM,ovulação, uso de anticoncepcional, uso de pílula do dia seguinte, retenção de líquidos, flutuação hormonal e amamentação costumam ser as principais causas benignas dos seios doloridos.

Seios Doloridos durante a Ovulação

Qual a relação entre ovulação e dor no seio? A mastalgia ou dor na mama pode acometer algumas mulheres no período da ovulação, por conta das alterações hormonais do período. Nesse caso, as mamas ficam maiores, mais endurecidas e bem sensíveis. Esses sintomas podem se prolongar até que a menstruação desça.

Seios Doloridos e Gravidez

Os seios doloridos e inchados são alguns dos primeiros sintomas da gravidez.
Isso acontece por que o corpo está se preparando para os meses de gestação que estão por vir e produzindo uma quantidade maior de hormônios. Isso aumenta a circulação de sangue e modifica o tecido dos seios, que podem ficar inchados, doloridos e extremamente sensíveis ao toque. A partir do segundo trimestre da gestação, o nível de hormônios se estabiliza e o corpo se acostuma à presença eles. Os seios podem continuar sensíveis, só que em menor intensidade.
Seios doloridos o que pode ser?
Seios doloridos: quais são as causas?

Seios Doloridos durante a Menstruação

Seios doloridos e menstruação são aquele famoso combo mensal que muitas mulheres tem que enfrentar. Tanto na TPM como no período menstrual em geral, os seios ficam mais sensíveis e doloridos por conta da grande oscilação hormonal do ciclo menstrual.
Durante a ovulação, os níveis de estrogênio e progesterona sobem e descem, e são os culpados da sensibilidade nos seios, dores de cabeça, alteração de humor, desejos por comida e cólicas. Para ajudar a evitar sentir os seios muito doloridos nessa época, beba muita água para evitar a retenção de líquidos, que pode agravar o problema. Se a dor for muito intensa e duradoura, consulte seu ginecologista.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Você já traiu? Pediria perdão?

Meninas, o crepúsculo do amor foi à queima roupa, aos olhos da multidão, sob piadas gerais e com um silêncio resistente do traído (até o fechamento deste texto). Meninas, o crepúsculo do amor foi horrível, foi um escândalo. Meninas, meninas, foi mesmo tudo de ruim, foi uma tristeza, foi uó, foi um baque. Mas meninas, acima de tudo, o crepúsculo do amor foi um límpido sinal dos tempos: um homem enganado em público, uma mulher pedindo um perdão meio furreco e a dor alheia virando piada mundial.
Eu falo do vampirinho que, tadinho, além dos dois dentinhos, ganhou esta semana dois galhinhos na testa e…
… – e vamos parar com diminutivos, João!, grita aqui o amigo Id e umas leitoras, que o povo do andar de baixo anda sensível e quer, exige seriedade, estilo enxuto e mais conteúdo. O mundo faz piada, mas o mundo anda sério, olha que coisa!
Vamos, aliás, fazer mais! Muito mais! Vamos demolir os diminutivos em homenagem ao Robert Pattinson, vamos promover uma farra de aumentativos. Hoje, minhas meninonas, hoje eu serei grandioso, grandão, colossão. Hoje tacarei fogo e til em tudo.
Pão, caminhão, coração.
Mundo cão. Traição!
É! Sim, sim! Hoje eu falo de traição!

QUANDO A MULHER TRAI

Roberto, não está sendo fácil, não é, meu branco vampiro? E vocês viram tudo, não viram!? Ou preciso oferecer um refresco à memória? Ofereço, vai: a Kristen traiu. O amante era casado e tinha duas filhas. O amante era ainda chefe da Kristen, diretor de seu novo filme. Uma revista publicou a foto. A foto era de uma cheirada de cangote. Uma cheirada proibida. Tinha também uma beijoquinha… Digo, um beijocão!, bem no pescocinho da Kristen, que acusou o golpe, divulgou um bilhetinho… aliás, um bilhetão ao mundo, assumindo a galhardia, oferecendo desculpas, pedindo perdão…
E pronto: o Robbie Patt amanheceu com o bumbum, a testa, o coração e a alma pegando fogo. E nós aqui ficamos, na Terra e na expectativa de saber: o que dirá o moço do “Crespúsculo”. O Rob vai ou não vai perdoar?
PERDÃO OU NÃO PERDÃO?
Meninonas, meninões, ontem no bar não deu em outra coisa: foi uma hora completa com meus amigos comendo amendoim de punhado em punhado e assumindo um suspiro coletivo. Um suspiro resumido na fala de um deles:
- João, que dureza, hein João…
Verdade, meninas. Verdade. Dureza. Durezíssima. Antes era uma durezinha. Agora é uma durezona:
Fico pensando, João, se eu faria o que ela fez. Assumir em público! A regra básica ao ter um caso é ficar quietinho. Deixar esfriar. Um silêncio total e olímpico. Pô, tinha até olimpíada pra distrair o povo. O que deu nessa mulher, João? Acho que a verdade é que mulher não sabe trair. Não por sacanagem. Mulher só sabe trair por amor. Não tendo amor, a traição de sacanagem, elas fazem tudo errado. Passou maionese na camiseta essa, hein João…
Passou. Meninas, a Kristen tomou foi um banho de maionese. Mas meu amigo seguia a explicação:
Pô, e precisa mesmo divulgar uma notinha de desculpas? Resolve com o cara, quatro paredes, dê ao cara a chance de um xingamento e… e de um perdão! Pô, como ele vai perdoar agora, hein? Mas não. Ela me assume a presepada pro mundo todo ouvir! Não entendo. Não entendo! Pô, se é entre paredes, bola pra frente, juntos ou separados… Isso aí de escancarar, isso aí que ela fez, não se faz…
Não se faz. O problema, meninas, o problema é que o que ela fez, não se faz, mas ainda assim, muita gente faz.
Ali no bar, repassamos todos os clichês e o porto seguro das traições: o que diz que traída, a mulher se machuca imaginando o namorado apaixonado por outra. E o que diz que traído, o homem se machuca imaginando a namorada transando com outro. Que homem é capaz de futricar pelos menores motivos e a mulher, quando apronta, apronta para salvar o amor.
Sim, sim, falamos e repassamos isso tudo.

E por isso assusta tanto o que fez a Kristen. Os homens, garotas, teimam em acreditar que engrupir o parceiro é quase um privilégio masculino. Eles não aceitam que vocês sejam capazes. As grandes derrapadas, as derrapadas que marcaram a história, essas sempre foram especialidade da barba. Porque sim, a gente sabe que todo homem nasce equipado com esse tênis amoroso com sola de manteiga. Homem é quase irresistivelmente atraído pela sacanagem. E aí pinta essa Kristen, a angelical Kristen. E aí, tudo muda. A gente é lembrado da imensa verdade: vocês são capazes de aprontar! E com requintes de crueldade.
E foi assim, moças, foi assim que ontem, em noite de congraçamento e amendoim, meus amigos e eu percebemos que, sim, não dá pra negar. A mulher é o novo homem. Um homem capaz das trapalhadas mais humilhantes… Igualzinhas as nossas.
Abro um parênteses.

UM PARÊNTESES SE ABRE
(Meninas, sei que muitas dirão que este é um texto infantil, que não diz nada de novo, que é bobagem e que esse jeito de escrever é chato. Peço perdão, vocês sabem o que fazem. E sigo mesmo assim. Meu ponto aqui é mostrar algo que acho que tem passado batido:homens, não todos, mas muitos, realmente convivem com as maiores dificuldades em ver maldade em mulher. A gente é o sacana inocente. Acredita que maldade é só com a gente. E acha que traição feminina é Karenina, uma coisa épica, romanesca, embrulhada com os maiores e mais nobre sentimentos. Em resumo: mulher trai por amor, homem trai também por amor, mas é só às vezes, porque quase sempre é pra transar).
UM PARÊNTESES SE FECHA
Voltando à mesa de bar. Garotas, a Kristen foi pular a cerca e enroscou a saia no arame. Ó, coitada. Fez tudo errado. 350% lambança. E diante do fato e da lambança, nenhuma conclusão surgiu aos meus amigos. Até que veio a grande virada da noite. Ela surgiu na hora de pedir a conta. Assim:
Antes de se levantar, um colega pediu a palavra. O Pedrinho, meninas. Poxa, meninas, o Pedrinho! Ele parece aquele cara do 300 de Esparta. Barbão, voz grossa e canela dura. Homem com H atômico. Pois o Pedrinho levantou a mão e fez o seguinte e conclusivo monólogo sobre o caso do “Patterson”:
João, cara, sabe o que dói? O que dói é ver o massacre em cima do cara, do vampiro, o Patterson lá. Você percebeu que o Patterson, pô, ele não pode perdoar? Que ninguém vai aceitar um perdão sem botarem no Patterson um capacete cheio de chifre e vergonha? Que doido, cara! Que doido! Cacete, antes tudo era tão diferente. Aí vem essa menina do Crepúsculo, mete a galha na testa do namorado com um homem casado, tipo aventura no final do expediente, uma coisa tão nossa, tão sem compromisso, e tudo bem? João, cadê a mulher de antigamente, aquela que fazia tudo, até trair, mas a que traía com o coração? Sabe, eu me assusto de verdade. É que antigamente, a gente sabia – ou imaginava – que mulher casada tinha caso por carência ou por amor, nunca por aventurinha e sacanagem. Mas acho que tudo mudou. É isso mesmo? Tudo mudou? Mudou? Pergunta lá no teu blog, João. Pergunta! As mulheres tão traindo mesmo só de folia? Mas mais do que isso, e se a gente perdoar? Perdemos o respeito? Mulher respeita homem que perdoa traição?
Respeita, meninas?


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